jul 08

Missa em Ação de Graças pelos 14 anos e 6 meses de Pe Paulo em nossa paróquia

Emoção é a palavra mais correta para definir a noite de ontem. Convidados por Pe Paulo, os paroquianos lotaram o ginásio do Dorense Clube para a celebração em ação de graças pelos 14 anos e 6 meses de exercício do sacerdócio de Pe Paulo em nossa paróquia.

A celebração também marcou o encerramento do EAC (Encontro de Adolescentes com Cristo), ocorrido em nossa paróquia no final de semana, quando os participantes entraram no início da missa com o jeito “jovem” de ser e alegraram o momento.

Durante a homilia, Pe Paulo fez questão de relembrar alguns momentos do seu belíssimo trabalho em nossa paróquia e ao final não conteve as lágrimas, ao afirmar justamente que não iria chorar.

Muitas homenagens foram realizadas por diversos movimentos e autoridades locais. Para encerrar, nosso querido amigo fez questão de coroar a imagem de Nossa Senhora das Dores pela última vez nesta passagem pela nossa paróquia e pediu para que a canção “Minha Essência”, de autoria de Thiago Brado, fosse entoada pelo coral. Momento de grande emoção, quando Pe Paulo pediu a todos que lembrem dele quando ouvirem essa canção.

Querido amigo Pe Paulo, siga o caminho do senhor com a certeza do dever cumprido e que mesmo não sendo mais o nosso pároco, estará sempre em nosso coração no lugar que reservamos para aqueles amigos mais especiais.

Dores de Campos, 08 de julho de 2019

Por Nairon Neri Silva – PASCOM

Fotos: Nathan Silva – PASCOM

jun 25

Festa de Corpus Christi

Certa vez ao ouvir um humanista/religioso em um programa de televisão notei que ele falava, constantemente, ethos, e ao investigar constatei que etimologicamente se tratava de uma palavra grega, que expressava: caráter humano, morada humana, algo comum a todos. Então ao participar das comemorações da Festa de Corpus Christi, constatei de maneira profunda a similaridade de ethos com o Corpo de Cristo, principalmente, quando Pe. Paulo Marcelo ostentava, através do ostensório sua Substanciação em Pão, para que o Mesmo pudesse fazer morada e alimentar a alma de cada um, que ali estava. A isso notei a emoção denunciada em cada rosto, em cada coração. Se voltarmos a mais de 2.000 anos, constataremos que um vento impetuoso, antes de embaralhar mentes e corações em Pentecostes, embaralhou a mente da jovem Maria ao fazer morada em seu ventre, para fazer germinar de maneira concreta “Aquele” que, mais tarde, iria iniciar o processo de salvação, no sacrifício da Cruz. Então pude constatar de maneira poética, não menos de sentido religioso, que o ato de enfeitar ruas, janelas e formatar altares, nada mais são do que preparar o caminho, para que Jesus, esse visitante ilustre, possa entrar em nossos corações, acordar a nossa fé dormente e fazer em nós sua morada permanente e com isso fazer-nos melhores e dignos do Reino de Deus, nossa Morada Comum.

Por João Bosco de Melo – PASCOM

Dores de Campos, 21 de junho de 2019

abr 26

Semana Santa 2019

Antes de qualquer ponderação sobre o tema, vale ressaltar que o tempo de uma semana, para se refletir os últimos dias de vida de Jesus Cristo deu-se no concílio de Nicéia, presidido pelo imperador Constantino, tendo esse convertido ao Cristianismo. Então mais que se ater aos feriados e festejos, como muitos levianamente atem, devemos intuir nessa semana um tempo de reflexão, quando o protagonista Jesus Cristo deu a vida para nos salvar de nossos pecados e de nossa arrogância que ocasiona todas as mazelas existentes no mundo. Como tão bem asseverou Pe. Paulo Marcelo, em muitas de suas homilias reflexivas e preparativas para a Páscoa, que o mundo, ainda, não se ateve ao propósito do sacrifício do madeiro, quando podemos observar pelos meios de comunicação, que os pobres, ainda continuam sendo massa de manobra, para o benefício de poucos e, quando alguém se depõe contra as injustiças, tal qual Jesus Cristo o fez, sofre as consequências desse ato, vítima de uma justiça corrompida. Então a partir da Paixão de Jesus Cristo devemos nos acordar dessa peçonha que nos desumaniza, fazendo com que nossos “pequenos” delitos se estendam à nossa cidade, a nosso país, a nosso mundo, tornando-o inabitável. Nunca se observou tantas calamidades ocasionadas pelos tantos descasos, quando os protagonistas acabam sendo os pobres, os excluídos tais quais nos tempos refletidos, de uma Nazaré distante. A história se repete, as consciências entorpecem o mundo não tem mais espaço para um Jesus que transgrediu a estrutura farisaística e romana ao ficar do lado das prostitutas, dos aleijados, dos excluídos, nos mostrando que todos somos iguais, que todos sonhamos e temos expectativas. Em face a tudo isso, o nosso “abençoado” Papa Francisco vem sinalizando aos membros da nossa “santa” Igreja a denunciar e a orientar o seu rebanho contra esses dirigentes vis, que roubam a expectativa de um futuro promissor e feliz, apregoado pelo pastor maior: Jesus Cristo.

Pe. Paulo Marcelo, quando num ímpeto de sabedoria veio pontilhando em cada Santa Missa, que devemos observar que Jesus não morreu, porém, ainda continua a sofrer as consequências de nossas faltas e a seu lado, ainda, também, está uma Mãe condoída pela dor de constatar que o sacrifício de seu Filho, talvez, tenha sido em vão.  No entanto a morte de Jesus nos remete a uma misericórdia sem limites, ao constatar que Cristo morreu pela remissão dos pecados da humanidade inteira, sacrifício tão bem enfatizado na novena piedosa de Santa Faustina que expõe toda a nobreza da morte de Deus pelos seus filhos. A misericórdia de Jesus iniciou anteriormente à sua morte, diante do seu desprendimento em acolher aos pecadores como a mulher adúltera quando proferiu as célebres palavras: ”Quem não tem pedado atire a primeira pedra”, desencorajando os judeus de julgar e apedrejar aquela mulher que cometeu pecado como todos eles cometiam e como nós todos cometemos cotidianamente. A parábola do filho pródigo também nos remete a uma reflexão profunda sobre a misericórdia de um pai quando recebe seu filho como a ovelha perdida de um rebanho, fato semelhante ao perdão de Deus aos pecados do ser humano desde que se arrependa sinceramente de suas faltas. A misericórdia de Jesus Cristo com a humanidade é uma demonstração do amor de Deus por seres tão pecadores e contraditórios como o ser humano; haja vista a entrada triunfal em Jerusalém e a morte de cruz de Jesus Cristo no Monte Calvário. Deus nos ama do jeito que cada um de nós somos o que o iguala a maioria dos pais e mães que amam seus filhos com todos os vícios e pecados e lutam pela sua cura e redenção. Deus nunca abandona seus filhos amados!

Por João Bosco de Melo e Sirlene Cristina Aliane – PASCOM

Dores de Campos, abril de 2019

Fotos: PASCOM

Domingo de Ramos

Segunda-feira Santa

Terça-feira Santa

Quarta-feira Santa

Quinta-feira Santa

Sexta-feira Santa

Sábado Santo

Domingo da Ressurreição

mar 18

Visita de Dom José Eudes à nossa paróquia

Quinta-feira, 14 de março de 2019, às 18h30min, a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores esteve repleta de fiéis em suas partes interna e externa. Tamanha movimentação para acolher o novo Bispo Diocesano, Dom José Eudes Campos do Nascimento, em sua primeira visita à paróquia como bispo de nossa Diocese de São João del-Rei.

Dom José Eudes chega com seu carisma e simpatia cumprimentando e abençoando a todos os presentes. Recebido por nosso pároco, Pe. Paulo Marcelo, autoridades presentes e membros de todas as pastorais e movimentos, foi levado ao Presbitério, onde a escritora dorense, Sirlene Aliane, o dirigiu palavras de acolhida, representando toda a comunidade Dorense. Pe Paulo entregou singelos presentes a ele e à sua mãe, Dona Virgínia, como uma pequena lembrança de nossa terra. Também, um representante da APAE da cidade, lhe ofertou um outro presente, preparado pelos alunos da instituição.

De primeiro momento, Dom José Eudes agradeceu a presença, o carinho e a acolhida de todos os presentes. Destacou também, a marca que Dores de Campos tem em sua trajetória, pois, foi aqui que ele, enquanto bispo da Diocese de Leopoldina, realizou sua primeira ordenação sacerdotal, a do Padre Eduardo Francisco, filho de Dores de Campos, em maio de 2013.

Iniciada a Santa Missa Solene, em sua homilia, Dom José Eudes ressaltou a importância de sua missão, pedindo que rezemos por ele e a ajuda de todos para a construção do Reino de Deus. Destacou também, a figura do saudoso Dom Célio de Oliveira Goulart, seu antecessor, dizendo que com certeza ele “intercedeu” para sua vinda à nossa diocese e destacando seu grande exemplo de vida e de pastor.

Foi um momento de muita fé e muito proveitoso para que todos conhecessem o novo Bispo, e o mesmo, conhecesse nossa querida Paróquia de Nossa Senhora das Dores. Ao final, Dom José Eudes impôs suas ungidas mãos sobre as centenas de pessoas presentes.

Por Vinícius Teixeira – PASCOM

dez 28

Celebração do Natal

“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la.”

Foi em meio a essa Luz, que nossa matriz esteve repleta de fiéis, na noite da última segunda-feira, 24 de dezembro, para celebrar o Nascimento de Jesus Cristo. Em uma Solene Celebração Eucarística, Pe. Paulo comparou aquela noite a noite do Sábado Santo, tais “Noites Felizes” que celebram a Luz de Cristo entre nós.

Natal é luz, é amor, é alegria. E o Pai, vendo o sofrimento humano, quis vir a nós como humano, enviando seu Filho, para nos trazer essa luz, amor e alegria!

Feliz Natal a todos!

Mais fotos em nosso Facebook: https://www.facebook.com/ParoquiaDeNossaSenhoraDasDores/

Por Vinícius Teixeira (PASCOM)

out 27

Festa de Nossa Senhora do Rosário

A capela de Nossa Senhora do Rosário em Dores de Campos é um recanto simples de veneração da virgem; recentemente a igreja foi reformada pela comunidade paroquial, em especial a Irmandade do Rosário com muito carinho e entusiasmo. Os festejos da virgem foram precedidos pelo tríduo e o dia maior com grande homenagem a Senhora do Rosário.

No início do tríduo dedicado a Nossa Senhora do Rosário o pároco Padre Paulo Marcelo menciona o título de Nossa Senhora do Rosário com um dos títulos bonitos, simples e humildes e que retrata a vida simples de Maria em Nazaré.  Nos primórdios os maiores devotos de Nossa Senhora do Rosário eram os povos das Senzalas, desprovidos de recursos financeiros, mas com amor e devoção inigualáveis à mãe de Deus. Tendo em vista esse amor pela Senhora do Rosário os escravos construíram várias igrejas dedicadas a virgem.

O pároco também cita Santa Catarina de Sena e São Domingos de Gusmão propagadores da devoção do terço a pedido da mãe. Nós cristão devemos nos ater à simplicidade de Maria e a devoção ao terço que é um dos instrumentos mais eficazes para combater às tentações no mundo contemporâneo e atravessar os difíceis obstáculos encontrados na caminhada existencial.

Viva Nossa Senhora do Rosário!

Dores de Campos, 22 de outubro de 2018

Por Sirlene Cristina Aliane – PASCOM

Fotos: Vinícius Teixeira – PASCOM

out 16

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil

Se formos rememorar a história da salvação constataremos os inúmeros sinais de Deus a nós, através de Maria. Se às vezes nãos os percebemos, com certeza, é devido às distrações inoportunas do mundo. Assim o foi em Lourdes (França), Guadalupe (Mexico), Fátima (Portugal), Međugorje (Bósnia e Herzegovina) e em tantas outras localidade e realidades do mundo, sempre com um intuito de alertar sobre os perigos e as injustiças que rondam os menos favorecido pela ganância dos poderosos e a apontar o melhor caminho a seguir. Aqui no Brasil tal sinal se Deus em um período que os seres humanos eram tratados como alimária, propiciado pela a injusta institucionalização da escravatura, a isso Maria mostrou-se negra em repúdio a esse procedimento. Se formos observar tem-se a impressão que, tal sinal, foi um fato isolado, pois, o mesmo, parecia ter a pretensão de não avexar uma família que estava prestes a receber a visita do conte de Assumar e para tanto não tinha peixes para o preparo de iguarias. Então os serviçais lançaram as redes no Rio Paraibuna e ao puxá-las constataram-se uma pequena imagem da Virgem Maria enegrecida e na sequência uma fartura incalculável de peixes. Caso tais serviçais não pescassem, com toda a certeza a vergonha de seus patrões ante o conde de Assumar seria descontados em seus lombos, já que os mesmos eram tratados como animais, devido à cor de suas peles.

Hoje após tantos anos dessa pequena imagem “negra” ter sido consagrada como Padroeira do Brasil, pelo consentimento do Papa Pio XI em 1930, logo após um congresso Mariano, pouca coisa mudou, pois mesmo através do repúdio à escravidão e através de tantas leis que consideram crimes a discriminação racial , tal prática continua mais forte, mais do que nunca, mesmo que veladas A isso vale ressaltar o discurso, atualíssimo, denominado “Invocação a Mariama” do Beato Dom Helder Câmara em 1981, por ocasião da Missa dos Quilombos:

__Mariama, Nossa Senhora, mãe de Cristo e Mãe dos homens! Mariama, Mãe dos homens de todas as raças, de todas as cores, de todos os cantos da Terra. Pede ao teu filho que esta festa não termine aqui, a marcha final vai ser linda de viver. Mas é importante, Mariama, que a Igreja de teu Filho não fique em palavras, não fique em aplausos. O importante é que a CNBB, a Conferência dos Bispos, embarque de cheio na causa dos negros. Como entrou de cheio na pastoral da terra e na pastoral dos índios.

Não basta pedir perdão pelos erros de ontem. É preciso acertar o passo de hoje sem ligar ao que disserem. Claro que dirão, Mariama, que é política, que é subversão, que é comunismo…
Isso é Evangelho de Cristo, tudo para todos.

Mariama, Mãe querida, problema de negro acaba se ligando com todos os grande problemas humanos. Com todos os absurdos contra a humanidade, com todas as injustiças e opressões. Mariama, que se acabe, mas se acabe mesmo a maldita fabricação de armas. O mundo precisa fabricar é Paz. Basta de injustiça! De uns sem saber o que fazer com tanta terra e milhões sem um palmo de terra onde morar Basta de alguns tendo de vomitar para poder comer mais e cinquenta milhões morrendo de fome num ano só… Basta de uns com empresas se derramando pelo mundo todo e milhões sem um canto onde ganhar o pão de cada dia. Mariama, Nossa Senhora, Mãe querida, nem precisa ir tão longe, como no teu hino. Nem precisa que os ricos saiam de mãos vazias e o pobres de mãos cheias. Nem pobre nem rico! Nada de escravo de hoje ser senhor de escravos amanhã. Basta de escravos! Um mundo sem senhores e sem escravos. Um mundo de irmãos. De irmãos não só de nome e de mentira. De irmãos de verdade, Mariama.

Vale ressaltar que Maria, apesar de tantos títulos, devidos a tantas práticas devocionais, conforme assevera  Pe. Paulo Marcelo, é única e é o caminho mais breve para chegarmos a Jesus Cristo, a Deus. Para tanto devemos policiar nossas atitudes, constantemente, pois Ela é o Sinal onipresente entre nós.

Nossa Senhora Aparecida. Rogai por nós, mesmo que não mereçamos!

Amém!

Por João Bosco de Melo – PASCOM

13 de outubro de 2018

Fotos: Vinícius Teixeira – PASCOM

set 23

A festa da Padroeira

Houve um tempo, não muito distante em que a Festa de Nossa Senhora das Dores era representada com uma devoção mais expressiva, quando após um preparo , através de orações diárias e recolhimento de valores, através de leilões, os devotos de toda a Zona Rural, percorriam caminhos imensos em procissões ao encalço das Virgens Marias, residentes de suas comunidades, para se juntarem à padroeira no seu grande dia! Era lindo ver a chegada dos devotos com seus trajes “simples”, seus cabelos untados com brilhantina e com sorrisos a denunciar a alegria de estarem em companhia de suas santinhas. Porém pela manhã a acordar os passarinhos de seus ninhos a banda designada para a alvorada percorriam as principais ruas de nossa cidade a, tal qual um arauto, a anunciar o dia festivo da padroeira, aquela que nos protege de nossa lutas diária e dos impulsos de nós mesmos.

Hoje no dia maior de Nossa Senhora das Dores acontece a Consagração das crianças a Nossa Senhora, as missas e a linda procissão como de costume. Uma mudança importante implantada pelo então pároco de Dores de Campos, Padre Paulo Marcelo é o Setenário das Alegrias, pois o das Dores já acontece nas festividades da Semana Santa. Os sete dias do Setenário são abrilhantados pelos padres visitantes que nesse ano de 2018 foram responsáveis por homílias de cunho reflexivo que emocionaram os fieis que assistiam às missas, no interior da Matriz ou pelo Facebook, inovação que tem proporcionado aos enfermos e outros cristãos que não podem participar das cerimônias ou mesmo os dorenses que moram em outras partes do país e do mundo, uma participação ativa nas celebrações.  A fé na Virgem Maria é algo que transcende os muros do templo e está dentro dos corações dos fiéis católicos que já foram ungidos com grandes bênçãos da mãe de Deus e nossa.

Dores de Campos, 15 de setembro de 2018

Por João Bosco Melo e Sirlene Cristina Aliane – PASCOM

Fotos: Vinícius Teixeira – PASCOM

ago 23

Semana Nacional da Família 2018 – O evangelho da família, alegria para o mundo

No primeiro domingo de agosto do dia 5 ao dia 12, se iniciou em Dores de Campos a Semana da Família, organizada pela Pastoral Familiar. Acontece nacionalmente a Semana da Família em todas as paróquias do Brasil.

Os sete dias foram de completas reflexões sobre a vivência familiar, os desafios que se enfrenta nos dias atuais, a vivência do amor no matrimônio e na família, e a importância da espiritualidade e oração.

Em síntese,  Deus nos fala em (Jo,2,1-11) sobre o primeiro milagre de  Jesus em Caná na Galiléia, onde Ele, Sua Mãe e os discípulos foram convidados para um casamento. E na falta do vinho, Maria diz “Eles não tem mais vinho” e Jesus lhe responde “Mulher, para que me dizes isso? A minha hora ainda não chegou”.  Este início dos sinais Jesus realizou em Caná da Galiléia e então realiza o milagre da transformação da água em vinho e ali manifestou sua glória e seus discípulos creram nele.

Neste Evangelho meditamos quatro possibilidades: Jesus é o convidado, pois sendo ele apenas um convidado o matrimonio não avança. Ele deve ser o centro da família, o que permanece, o que entra e nunca mais sai. Maria é alegria, pois sendo ela a intercessora, traz alegria para muitos lares que confiam na sua bondade.  Jesus é a luz, pois sendo Maria a alegria, ele torna-se luz para as famílias que o buscam. O vinho representa o amor, por mais feliz que esteja a família, mas se não tiver Jesus presente, ele acaba.

A palavra de Deus orienta nossa vida, a família que escolhe servir ao Senhor não está livre dos desafios, eles existem desde o começo do mundo. Às vezes esquecemos fácil da bondade de Deus e temos o hábito de buscá-lo apenas na dificuldade. Isso é um grande desafio. Devemos acreditar sempre que o Senhor é nosso único Deus e que a fé move montanhas! Tenhamos como exemplo Maria, um poço de doçura, amor e temor a Deus.  Jesus nos diz que a família que não busca o amor do Pai fica perdida e nunca tranquila; e a obediência deve ser vivida por todos, principalmente pelos filhos para com seus pais. Jesus era assim, obediente.

Anunciar o Evangelho é a missão de todo cristão “Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa-Nova a toda criatura” (Mc 1615). Anunciar o Evangelho na família é o primeiro passo.  Rezemos ao Espírito Santo o dom do Conselho, para causar alegria, paz e harmonia no lar.

A Deus agradeçamos o dom da vida e da família. E pela ocorrência desta semana especial e importante para todos!

“A família vive sua espiritualidade própria, sendo ao mesmo tempo uma igreja doméstica e uma célula viva para transformar o mundo”

Por Marina – PASCOM

Fotos: PASCOM

jun 22

Caminhada ao Morro do Livramento

Aconteceu hoje, mais precisamente dia 17 de junho, a 9ª Caminhada ao Morro do Livramento com o sentido de incrementar os festejos religiosos de Nossa Senhora do Livramento. Assim que os ponteiro dos relógios marcaram 08:00h, uma multidão se concentrava defronte à Igreja Matriz na espera que Pe. Paulo Marcelo iniciasse a recitação do Santo Rosário e a caminhada começasse. Na ocasião Pe. Paulo Marcelo fez uma analogia da saída do povo Hebreu do Egito no sentido à Terra Prometida, quando ponderou que todos fizessem nesse caminhar uma introspecção dos problemas e males que afligem suas almas e perseverassem na intenção que todo esses fardos fossem entregues à Maria Santíssima, Nossa Senhora do Livramento. Uma vez que tal caminhar era compartilhado com a paróquia Nossa Senhora da Conceição, da cidade de Prados, se fez uma espera, para a chegada de Pe. Dirceu como seu rebanho. Vale ressaltar que durante o caminhar das duas paróquias todos puderam observar a obra de Deus, através das belas paisagens rurais, embaladas ao som de belas canções Marianas. Uma vez começado o Sacrifício da Santa Missa se fez a reflexão dos pequenos grãos de mostarda jogados por sobre a terra (Marcos 4,26-34), quando na oportunidade Pe. Dirceu aconselhou a todos, a doarem o melhor de si, para que coisas boas possam advir, à época da colheita. Foi um domingo muito prazeroso consagrado, verdadeiramente, a Deus!

Por João Bosco de Melo – PASCOM

Dores de Campos, 17 de junho de 2018

Fotos: Marina / Denílson – PASCOM

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