jun 17

Solenidade de Corpus Christi

O Corpus Christi, corpo e sangue de Jesus Cristo, foi comemorado pelos católicos nesta quinta-feira, 15 de junho. Em nossa paróquia, houve missas e a tradicional procissão com bênçãos do Santíssimo em vários pontos. Durante o trajeto acompanhando o próprio Jesus, acredito que cada fiel sentiu por um instante a sensação de estar no céu, ao ver um dia tão belo em que a paz pairava no ar, vislumbrando a delicadeza e o amor com que os fiéis ornamentaram as ruas por onde o Rei dos reis iria passar. Ao chegar na matriz, foi recebido com uma calorosa salva de palmas e uma belíssima missa aonde mais uma vez Ele fez-se alimento para nossa alma. E ao findar ainda recebemos uma bênção através das mãos ungidas do nosso pároco, Pe.Paulo Marcelo.

Por Ayla Darlene de Souza – PASCOM

Fotos: PASCOM

jun 16

Comemorando mais um exemplo de santidade: “Santo Antônio”

Nessa terça-feira, 13 de junho de 2017, através do santo sacrifício da missa às 19:00 foi homenageado Santo Antônio, exemplo de desprendimento e serviço total ao reino de Deus. Quando na homilia, Pe.Paulo falava da importância da vida dos santos como um roteiro a ser seguido por cada cristão, assim como tantos outros santos, tiveram uma vida comum e simples, mas plena da entrega aos planos que Deus tinha para eles. Ainda lembrava da riqueza de nossa igreja com tantos exemplos de santidade. Relatou-nos a caminhada de Santo Antônio desde seu nascimento…Terminando esse belo momento com uma bonita tradição das bênçãos dos pães que geram fartura em nossos lares e a coroação de Santo Antônio pelos meninos paroquianos.

Santo Antônio,rogai por nós!

Por Ayla Souza – PASCOM

maio 31

Dia Mundial das Comunicações Sociais

Hoje, mais precisamente dia 27/05/2017, através do sacrifício da Santa Missa às 19:00 h, comemorou-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais, quando na homilia Pe. Paulo Marcelo exaltou, de forma profícua a comunicação como instrumento eficaz no processo de Evangelização. Porém ao enaltecer o Dias das Comunicações temos que render graças àquela Mulher cujo proceder tornou possível o processo da salvação e mais do que isso a fez a grande educadora e a comunicadora do Salvador: Jesus Cristo, que no alto do madeiro a tornou Mãe de todos nós e a seta que nos trará de volta a Ele, sempre. Pois no seu silêncio tão bem decantado por Larrañaga, foi-lhe propiciado uma intimidade de escuta e entendimento com Deus e Ela fez-lhe a vontade:__perdeu a sua vida, para se salvar, exemplificando com isso, que devemos, tal qual o asseverado por Lao Tsé, sacrificar o “ego” (eu egoísta) a favor do “Eu” (eu universal).  Então, queridos paroquianos, temos que entender que todos nós, Católicos, a princípio, somos Marianos, pois foi Maria, que nos levou a Jesus e apresentou Ele a nós, através das orações e dos Santos Rosários e fez-nos Cristãos. Não foi à toa que no canto Magnificat Ela se tornou:__Ave Maria, a cheia de Graça!

Consoante ao descrito, vamos rezar uma “Ave Maria”, pra essa grande Mulher, que tornou-se norte de todos nós e o símbolo das Comunicações Sociais!

Por João Bosco de Melo – PASCOM

27 de maio de 2017

maio 19

Nossa Senhora de Fátima

Aos treze de maio do ano de 1917 na cova da Iria eis que no céu aparece a Virgem Maria, resplandecente como a luz do sol, por sobre uma pequena azinheira a tornar portadores, de mensagens redentoras, três pastorinhos: Lúcia, Jacinta e Francisco. Era um tempo em que o mundo se debatia nos flagelos provocados pela 1ª Grande Guerra e a derrocada da autocracia na União Soviética por Vladimir Lênin disseminava no mundo ideias revolucionárias em prol de um comunismo pagão. Eis que na providência de denunciar ao mundo os erros cometidos e apontar um caminho, através de uma nova consciência Maria Santíssima aparece nos arredores da freguesia de Fátima, em um terreno, pertencente aos pais de Lúcia, denominado Cova da Iria, com a singela mensagem, porém eficaz, que o mundo deveria se consagrar ao Seu Imaculado Coração, através da reza do Santo Rosário.  Em fase de tal sobrenaturalidade presenciada, os três pastorinhos não se contiveram e espalharam o acontecimento na pequena aldeia de pastores, avançando para todo o mundo Cristão. Precavida, a Igreja, num primeiro momento, se mostrou incrédula ante tal notícia, porém aos poucos começa a dar crédito aos fatos presenciados e contados pelos três pastorinhos, devido à profundidade e seriedade das mensagens enviadas por aquela Bela Mulher, que em momento algum foi denominada como sendo a Virgem Maria. Sabedor das mensagens enviadas, através daquela Bela e Reluzente Mulher o mundo foi se compadecendo da veracidade dos fatos contados por aquelas três crianças e começa a acreditar. Porém o mundo não se regenerou ante os pedidos e uma 2ª Grande Guerra é deflagrada, o comunismo avançou, o abuso de poder e a incapacidade de liderar continuam a massacrar cada vez os liderados tornando vasta a pobreza, a fome e a miséria, ante uma minoria de privilegiados. Porém a pequena chama que ardia nos coraçõezinhos daqueles três pastorinhos há 100 anos disseminada por aquela Bela Mulher, naquela distante e esquecida Cova da Iria, continua a arder nos muitos corações dorenses, que através da prática devocional faz-nos  recitar o Santo Rosário, a coroar a Sua grandeza, a Lhe acompanhar em procissão pelas ruelas do Bairro do Catete e a fazer do mês de maio, o mês da Virgem Senhora de Fátima e de todos codinomes dados, quando de suas muitas manifestações. É necessário ressaltar que Maria foi e será a mulher emblemática e incompreendida, que será contestada por uma minoria obtusa, porém venerada e aclamada por muitos, como a Mulher vestida de sol, que sempre pisará na cabeça de todos os dragões que insistem em nos confundir e distrair; e que sempre nos dará o milagre, concedido por seu Filho Jesus, de um sol abrasador a secar a lama de todos os nossos pecados, tal qual o acontecido há 100 anos, na Cova da Iria.

Por João Bosco de Melo

Dores de Campos, 14 de maio de 2017

abr 20

Semana Santa 2017

Há que se entender que antes da Semana Santa ou Semana Maior se iniciar com Domingo de Ramos, a comunidade veio ao longo dos quarenta dias refletindo, através de interiorização causada pelas orações, próprias ao tema, na denúncia dos acontecimentos fatídicos, porém originários de nossa fé em Cristo. Então uma vez maturada as intenções Pe. Paulo Marcelo, irmanado a uma turba, defronte a Capela Nossa Senhora do Rosário começou o Sacrifício da Santa Missa, intermitindo essa com a peregrinação em procissão até a Matriz Nossa Senhora das Dores, quando se deu a sequência com o Evangelho da Paixão de Cristo. Triunfalmente a celebração da Santa Missa foi encerrada com a cantata de Bach “Jesus Alegria dos Homens” conduzida pelo maestro Silas Freitas. Vale ressaltar que esse domingo é de suma importância no contexto de nossa fé, pois nele Jesus polemizou toda a multidão ao adentrar em Jerusalém por sobre um jumento, animal esse comum à época, num gesto a demonstrar toda a sua grandiosidade e generosidade, ao se fazer pequeno, na intenção de que Deus é para todos, indistintamente. À noite a imagem de Jesus é transladada da Matriz em direção à capela Nossa Senhora do Rosário, para prosseguir na segunda-feira em procissão ao encontro de Maria, na avenida principal da cidade, quando em uma primeira homilia Pe. Rodrigo, de maneira simples e direta emocionou a todos asseverando que toda a vilania denunciada nesse encontro serve para dar a todos, através de uma reflexão profunda, a intenção de que tudo foi permitido, para dar a todos uma segunda chance, na caminhada em sentido contrário ao pecado.

Na terça a bela imagem de Nossa Senhora é transladada para a Capela de N. S. do Rosário, para que na noite de quarta-feira saísse à procura de Jesus pelas ruas de uma Nazareno Dorense, parando de quando em quando nos passinhos ao som dos motetos. Na quinta-feira, já pela manhã, Pe. Paulo Marcelo e três, dos cinco, missionários dorenses: Jônatas, Jefferson e David rumaram para a Igreja Nossa Senhora do Pilar, em São João del Rei na intenção de participar da Santa Missa do Crisma (presidida pelo Bispo Emérito: Dom Waldemar Chaves de Araújo), representar a paróquia Nossa Senhora das Dores e buscar os Santos Óleos (Catecúmenos, Unção dos  Enfermos e do Crisma). À noite houve o cerimonial do Lava Pés, ou a Instituição da Eucarístia, rememorando a derradeira Ceía, quando na ocasião Pe. Paulo Marcelo escolheu 12 jovens acólitos, representando os discípulos, e em tom jocoso foi caracterizando-os e apresentando-os à comunidade. Terminada a celebração houve a vigília ou a Adoração do Santíssimo Sacramento em duas escalas: de 22:00 h às 23:00 h e de 23:00 h às 24:00 h, quando o altar é desnudado ao som da matraca.

Na sexta-feira a cidade amanheceu um pouco silenciosa, em respeito à morte de Jesus, sendo que às 15:00 houve a Ação Litúrgica, quando, mediante a morte de Jesus Pe. Paulo Marcelo se prostrou no chão numa mortificação silenciosa, seguida das leituras, comunhão e do Beijo da Cruz. Á noite em meio ao sermão, proferido pelo  Pe. Vinícius Ildefonso Campos, enquanto o mesmo traça uma genealogia do pecado, de maneira profunda, Jesus foi sendo retirado da cruz. Quando por fim Jesus é colocado no esquife um lamento de Verônica se fez ouvido por todos:__  “Oh vós todos, que passais pela via, vinde e vede: se há dor semelhante a minha. Atentai povos do mundo, e vede a minha dor”. Em seguida o esquive carregando o Corpo de Jesus, seguido por Maria é conduzido em procissão solene pelas ruas da cidade. No sábado, mais precisamente às 21:00 h, o interior da matriz Nossa Senhora das Dores se imerge na escuridão , então o fiat lux do Círio Pascal  vai iluminando, através das velas sustentadas pelos fiéis, todo o interior da matriz, nesse momento as leituras começam a delinear a história da salvação. Findadas as leituras o som estrondoso e alegre do Glória se faz ouvido e as luzes, todas, são acesas e o sino, por fim, começa a repicar incessantemente. Uma vez Jesus Cristo ressuscitou, o Mesmo percorre em procissão pelas proximidades da matriz.

Findando todo o fundamento da nossa história de salvação, no domingo, mais precisamente às 17:30 h, Maria sai gloriosamente de branco  pelas ruas a demonstrar que a Cruz onde seu filho foi pregado não foi e não deve ser entendido como um escândalo, um fracasso e sim um sinal, para a redenção de todos nós. Uma vez terminada a procissão houve a exposição do Santíssimo, quando Pe. Paulo Marcelo permitiu que todos O tocassem com suas mãos impuras, porém com intenções nobres. Ao final houve benção, quando todos puderam acreditar que galgaram mais um degrau à proximidade de Jesus.

Amém!

Texto: João Bosco de Melo – PASCOM

Fotos: PASCOM

Dores de Campos, abril de 2017

Domingo de Ramos

Segunda-Feira Santa

Terça-Feira Santa

Quarta-Feira Santa

Quinta-Feira Santa

Sexta-Feira Santa

Sábado Santo

Domingo da Ressurreição

mar 08

Especial Dia Internacional da Mulher: Maria José Elias (Maria José da Toca)

A história de Dona Maria José Elias é tão simples como a de muitas Marias brasileiras. Nascida em Dores de Campos no dia 11 de outubro de 1958, filha de Geraldo Lucindo Elias e Xista Leandro. Desde criança ajudava sua mãe nas lidas domésticas com alegria, disposição e humildade. Foi criada em uma família simples, mas nunca deixou que a tristeza embalasse sua vida. Na sua mocidade casou-se com Antônio Tadeu Elias e no início do casamento sofreu muito com o alcoolismo do marido e as incompreensões advindas de sua caridade com o próximo. Antes de ser a Maria José da Toca, trazia os mendigos para sua casa e alimentava-os. Nesse tempo já tinha os filhos Leandro Eustáquio Elias, Patrícia Trindade Elias (In memorian) e Rodrigo Geraldo Elias, que foram criados dentro desse clima de amor ao próximo, na intenção de serem pessoas do bem.

Família da Dona Maria José

Dona Maria José, seu esposo Antônio e a neta Marina

Na preocupação com os desvalidos sua fama tornou-se conhecida na cidade e sua casa não tinha espaço para acomodar todos os necessitados da cidade e de outros recantos do Brasil. Nessa luta pela ajuda aos desvalidos aliou-se ao jovem Eduardo Henrique Aliani Teixeira, ao marido Antônio, que, atualmente, a apoia. Com o aumento do expediente foi o Movimento Toca de Assis e um local, sob a casa de Dona Viroca, na Rua Nova, para acolher esses desvalidos. Apesar dos poucos recursos financeiros começa a servir, diariamente, uma sopa, rica em nutrientes, a isso pede donativos à comunidade.

Mas com o tempo o anseio de ajudar tornou-se mais intenso, devido à crescente demanda consegue o empréstimo da casa do finado “Antônio Arruda”, que atualmente pertence ao seu neto Marcelo Arruda. Devido ao tamanho da nova casa pôde abrigar mais internos, que se alimentam, dormem e trabalham no cultivo de uma horta comunitária, quando todas as hortaliças são vendidas para a comunidade. A casa tem o clima de harmonia e simplicidade, própria dos lares onde reina o amor.

Moradores da Toca de Assis, juntamente com a Dona Maria José e alunos do CEWA

Dona Maria José é um exemplo que deve ser seguido por todos, pois personifica as verdadeiras palavras bíblicas de Jesus “Doar o pouco que tem aos pobres”, tal qual a pobre viúva, que deu os últimos tostões como esmola na igreja. A emblemática Maria José também reza o terço no mês de outubro dedicado a Nossa Senhora Aparecida e diversas guloseimas. Nessa ocasião comemora com as crianças, seu aniversário. Gostaria de finalizar dizendo que nossa querida figura dorense, perdeu sua filha Patrícia de maneira trágica, mas nunca perdeu a fé em Deus. Atualmente cuida de sua neta Marina Aparecida Elias da Silva, com todo cuidado de uma mãe, com um cuidado de Maria.

Sua filha Patrícia (In memorian) e neta Marina

“Que todos os dorenses sigam o exemplo da grande Maria José em sua vida cotidiana”.

Dores de Campos, 08 de março de 2017

Por Sirlene Cristina Aliane – PASCOM

fev 10

Humildade

As pessoas

Mais humildes

São as mais

Sábias;

Pois são

Felizes

Com

Sua casa

Modesta,

Seu trabalho

E principalmente

Com a família

E com os

Amigos.

Os bens

Materiais,

São apenas

Instrumentos

Nas mãos

Do ser

Humano

Humilde.

E tem

Que

Ser

Assim,

Pois

As pessoas

Que têm

Os cargos

Mais

Altos

Na sociedade,

Devem prestar

Serviços

Ao próximo,

E não

Se tornarem

Arrogantes

E prepotentes.

O maior

Exemplo

De humildade

Na terra,

Foi demonstrado

Por Jesus

Cristo,

Aquele

Que lavou

E beijou

Os pés

Dos apóstolos e

Dos mais pobres e

Simples.

Por Sirlene Aliane – PASCOM

fev 10

Ecumenismo

A religiosidade

Humana é

Algo

Intrínseco

Ao ser

Humano;

Pois desde

As primeiras

Civilizações,

Os povos

Já clamavam

Por um ser

Superior,

Que os

Atendessem

Em suas

Necessidades

E fragilidades

Humanas.

Os povos

Mesopotâmicos,

Gregos ou

Romanos,

Acreditavam

Em vários

Deuses e

Ansiavam

Por auxílio

E consolo.

Atualmente,

Existem muitas

Religiões

Monoteístas.

A maioria

Orando ao

Mesmo Deus.

Mas algumas

Disputam entre si e

Matam o

Próximo.

No entanto,

Todas as

Religiões

Deveriam

Se unir

Em torno

Do mesmo

Ideal de

Amor,

Fraternidade

E perdão;

Pois a maior

Religiosidade

Está no

Acolhimento

Do irmão.

Por Sirlene Aliane – PASCOM

dez 20

Natal Vicentino 2016

001Mais um ano a Sociedade de São Vicente de Paulo, através da Conferência Nossa Senhora do Rosário se faz presente com gesto concreto no intuito de minimizar  os problemas fabricados por nossa sociedade, que, ainda se faz insensível ao sofrimento humano. Então na sequência dos ensinamentos proclamados por Antônio Frederico Ozanam e este inspirado na vida de São Vicente de Paulo nossa cidade foi mobilizada  para se permitir a todos a prática da C A R I D A D E, na pretensa de trazer a todos, na Noite Santa, um pouco de felicidade e esperança.

 Não foi à toa que Paulo de Tarso ao escrever a Carta aos Coríntios asseverou:__ Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, mas se não tiver caridadesou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada… Claro que a prática da caridade deve ser constante, mas na época do Natal ela se faz mais presente, quando se recorda as lições da Boa Nova de Jesus.

 A isso a Sociedade de São Vicente de Paulo trabalha arduamente durante todo o ano, na intenção de minimizar o sofrimento de nossos irmãos, vitimados pela penúria, na tentativa de tornar possível a promoção. Em tempo se faz necessário relembrar da iniciativa do Bispo São Nicolau que no tempo do advento colocava moedas em um pequeno saquinho e colocava, os mesmos, na soleira das portas das pessoas humildes. Consoante a isso mais de 102 Cestas Natalinas, com artigos de primeira necessidade, foram distribuídas aos assistidos, contendo em sua formatação: 02 pacotes de arroz / 01 pacote de açúcar / 02 garrafas de óleo de soja / 01 Kg e 500 gramas de pó de café / 02 Kg de feijão / 02 Kg de macarrão / 01 Kg de sal / 01 Kg de fubá / 02 latas de massa de tomate / 01 kg de batata / 01 Kg de cebola / 01 Kg de goiabada / 01 frango / 01 K e 500 gramas de lingüiça de porco / 500 gramas de carne moída / 04 litros de refrigerante.

Foi uma manhã de domingo muito agradável, quando pudemos levar às casas dos assistidos as cestas, contendo em si mais do que alimentos, mas mensagens implícitas de um Feliz Natal! Que tudo ficará bem! Que estamos juntos na empreitada de formatar um mundo mais justo! Porém duas ausências foram notadas, a do Sr. Qualidade e a do Célio da Marié. Mas a esses rendemos gratas memórias, pois quando estiveram entre nós souberam se mostrar bons confrades. Vale ressaltar que nada disso poderia ser possível se não houvesse existido a contribuição de toda a sociedade dorense. Então, para tanto, nós da Sociedade de São Vicente de Paulo agradecemos a todos e desejamos, também, a todos um Feliz Natal e um Ano Novo Próspero, muito Próspero!

Amém!

Por João Bosco de Melo – PASCOM

Dores de Campos, 18 de dezembro de 2016

dez 20

Tempo do Advento 2016

Fonte da Imagem: Canção Nova

Fonte da Imagem: Canção Nova

Nesse domingo último, mais precisamente dia 27 de novembro do corrente ano, com a primeira de 04 velas acesa, teve início ao tempo do advento. A isso vale ressaltar, etimologicamente, que advento provém do latim adventus, que significa: chegada. Para nós Cristãos, tal expressão está intrinsecamente ligada àquele que vai chegar e acabar com o sofrimento e refrigerar a nossa alma com a esperança. E o que é Esperança? Se recorrermos, novamente à etimologia constataremos que ela significa: espera, a conclusão de algo muito desejável, além da mesma ser uma das três virtudes teologais, ao lado da Fé e da Caridade. A isso o profeta Isaias 9,2 já prenunciava__ ”O povo que andava nas trevas viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz”. Então com o nascimento de Jesus Cristo o mundo conheceu e entendeu que, desde os primórdios dos tempos, se preparou para essa chegada, para essa epifania. E com a conclusão do nascimento e ascensão de Jesus a Igreja a cada ano rememora esse exercício, como prática de modelagem, da conduta humana. Então nesse périplo, que é uma viagem em círculos, vamo-nos modelando ao entendimento da Boa Nova e nos tornando melhores, pois ponderamos nossos acertos e nossas faltas. Não devemos, nunca, nos repetir a cada ano nos mesmos erros e, ainda, procurar pelos mesmos acertos. É imprescindível que tenhamos a intenção correta do progresso, pois a ele estamos atrelados, então, para tanto, não podemos ficar nessa conduta obtusa de nos perpetuar na mesma carga de erros, pois nosso caminhar se faz para frente. É essa a intenção desse Tempo Santo, esperar pelo que há de vir, com intenções nobres.

Em tempo vale ressaltar que a cor roxa tem o sentido de austeridade quanto ao nosso propósito, que é o de nos fazermos homens novos. Vale ressaltar, também, a figura da mulher emblemática, que na altura da fragilidade dos seus 14 ou 15 anos, soube desafiar o farisaísmo da época, sem temer o apedrejamento, que poderia advir do seu sim. Maria a mulher vestida de sol, que soube esperar tendo, apenas, sua fé como bússola, numa época violenta, quando o poder da vida e da morte estava atrelada aos caprichos dos grandes, tal como Pe, Paulo Marcelo assevera, nas entrelinhas de suas belas homilias. E nesse domingo ao homiliar Mt.24,37-44  ele nos indicou que temos que estar preparados e atentos, pois…dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado e o outro será deixado,  Duas mulheres estarão moendo no moinho, uma será levada e a outra será deixada… A isso, também, não podemos nos esquecer de José um homem simples, porém sábio, que tal qual Maria teve, apenas, a fé como norte de sua conduta, de sua espera.

Então, queridos paroquianos, a esse périplo que revivemos todos os anos é necessário que façamos uma reflexão profunda e honesta, para que a partir daí tenhamos o discernimento do significado do advento, para que possamos, realmente ser merecedores da epifania de Jesus, na Noite Santa, quando o nosso maior presente será, se não um coração puro, pelo menos que seja um coração sincero, para que ao final de nossa jornada tenhamos nos tornado, como tão bem asseverou Nietzsche: o Super homem, aquele que supera a própria mediocridade humana, para se tornar a mola propulsora, para elevar o mundo ao estágio tão bem delineado por Deus e proclamado por Jesus Cristo.

Aproveitando o ensejo, nós, da PASCOM (Pastoral da Comunicação) queremos desejar, conjuntamente com Pe. Paulo Marcelo, à toda “Comunidade Paroquial Dorense” um Santo Natal e um Venturoso Ano Novo.

Por João Bosco de Melo – PASCOM

Dores de Campos, 29 de novembro de 2016

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